quarta-feira, 3 de março de 2010

Moça, olha só, o que eu te escrevi !


No meio do tempo, penso como seria eu sem ela, olhar o relógio, e ver que ainda posso ter mais um monte de horas, mais não o quanto quero. Falta tanto tempo, sobra tanta falta de paciência que desespera.
Quem deixou audaciosamente a distância existir?

Era como ela me fazia rir não o riso, mas era como ela me afundava as mãos e me torturava de cócegas. Nunca foram as gargalhadas era essa maneira única em que ela me tirava todo ar e me matava por um triz era como me fazia tão feliz antes e depois de um sorriso.
"Eu sei, é o amor que ninguém mais vê"

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