terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
22.
Estranho o destino dessa jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme das coisas simples da vida.
Seria como ir ao chão pelo próprio peso. Mundo de urbanidade contra mim.
Indistinto vago com medo de perder tudo aquilo que ainda não tive. “Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida.” Queria passar o meu tempo com coisas construtivas e respeitosas, aliás queria dar crédito e ter como verdadeiro. Mais simplesmente não consigo, as horas passam. Alguma distração ali, outra aqui. Passam horas e não fiz nada. Nada mesmo! Tenho um quê de Amelie em mim, mais creio que não consigo atribuir, gosto de ver as luzes da cidade se acenderem. Seria como dar vida aquilo que não tinha; um aprazer. O Efeito de apreciar surge de um modo diferente.
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